6 necessidades básicas para conhecer e construir seu propósito de vida

Você pode começar agora uma jornada autoconhecimento

29/01/2021



“Qual a sua intenção de estar aqui vivendo o hoje, o agora?”. Refletir sobre essa questão, acredita Fernando Manfio, é um dos primeiros passos para que qualquer pessoa desenvolva um propósito na vida. O empreendedor, mentor em decisões e em desenvolvimento de negócios explica que, ao contrário do que muita gente pensa, essa é uma tarefa que não parte de um olhar de fora para dentro, mas de uma jornada de autoconhecimento.

 

“Existe essa confusão, quando se pensa em definir um propósito de vida, de achar que é preciso olhar sempre para as outras pessoas e não para nós mesmos. Às vezes, alguém estabelece que o seu propósito é construir casas para pessoas sem moradia, mas isso não é propósito: é objetivo de vida”, conta o empreendedor complementando que “se eu quero falar de propósito de vida, preciso saber quem eu sou”.

 

 

Porém, como ter uma ideia de quem nós somos e, dessa forma, definir um propósito? Manfio recomenda começar explorando as seis necessidades humanas (que explicamos nos cards abaixo) definidas pelo palestrante, escritor e coach americano Anthony Robbins: certeza/conforto, incerteza/variedade, significado/importância, amor/conexão, crescimento e contribuição.

 

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Prestar atenção nessas seis necessidades humanas e em como elas se apresentam hoje para você, como Manfio comenta, torna-se uma ponte para materializar um real propósito de vida. É uma jornada contínua, que deve ser pensada sempre no presente - nunca no futuro, complementa o empreendedor. O autoconhecimento permite criar empatia, sentimentos genuínos de preocupação e vontade de ajudar o próximo. “As pessoas querem fazer inúmeras coisas tendo outras pessoas como foco, mas não sabem responder por que elas querem ajudar os outros”, diz.

 

Esse vazio existencial acaba proporcionando um irreal e “falso” propósito de vida e, com isso, as pessoas podem, por exemplo, não perceber o egoísmo nas atitudes que, até então, consideravam altruístas. Compreendendo as seis necessidades humanas básicas, é possível evitar esse engano e “exercer o máximo potencial humano possível”, como explica Manfio, potencializando as ações de bem-estar pensadas no próximo. “Propósito de vida é a liberdade de ser quem você quer ser. Você é livre para isso?”.


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